É pra lotar a Ilha
Publicado por Júnior Viana | 04 setembro 2010 | Sport | 2 comentários

Trinta mil Leoninos. Esse deverá ser o público da próxima terça, na Ilha. Após a vitória de hoje, em São Paulo, parece que a galera acordou e vai junto com o time.
Meu saquinho já tá cheio de tanto ‘bocó’ entrando no ar nas rádios e dizendo que: blá, blá, blá…
Queria que nosso Adelmar da Costa Carvalho tivesse capacidade para 60 mil. Aí ficaria lotado, lotado – e instituto de pesquisa não mais precisaria divulgar nada. E priu!
Com pesquisa ou sem pesquisa, vamos lotar a Ilha, terça. O time já deu o recado, só falta agora a torcida entender: “Ô, o meu Leão voltou…”
E que o time mantenha esta ‘pegada’, e que ninguém tente inventar nada, e que voltemos pra série A.
Ainda sobre a Rádio Ilha
Publicado por Júnior Viana | 03 setembro 2010 | Sport | 3 comentários
Vi comentários (inclusive de colegas da imprensa – porém, se vier do “cara do twitter” não me espanta, pois ele gosta de agitar) afirmando que ‘não deixei’ os CD’s da Rádio Ilha (?)…
Bem, primeiro que não se ‘leva’ aquilo que nos pertence, certo? Quem me encontrava na Ilha, antes e depois dos jogos, percebia que sempre carregava comigo uma maleta azul. Pois bem, nessa maleta está minha discoteca pessoal. São meus CD’s do Sport e das tantas músicas que gosto e as uso nos eventos que trabalho. As músicas do Sport, as toco no Programa do Leão, na Rádio Capibaribe. Portanto os CD’s me pertence, é meu acervo particular.
Outra: o som da cornetinha tem até nos toques de celular, no DVD da Copa do Brasil, em todo lugar. Portanto não é difícil conseguir. Como entreguei a carta ao presidente Sílvio na segunda, e com a cabeça ainda confusa pela situação, não lembrei de deixar o toque da ‘cornetinha’, que aliás é obra do DJ Beto Holder.
Também não esperava que nosso marketing tivesse tanto descaso com a Rádio Ilha, a ponto de nem ao menos preparar o ‘terreno’ para o novo profissional, jogando-o lá na cabine, sem ao menos procurar saber se o rapaz estava equipado para começar seu trabalho. Isso só prova como vinha sendo tratada a nossa Rádio Ilha pelo nosso ‘marketing’.
Sobre o novo locutor, Gilson Fernandes, trabalhou comigo na Rádio Guarany, sendo portanto colega de trabalho. Pessoa simples e muito batalhador, sendo torcedor do Sport também. Só acho que foi ‘jogado numa fogueira’ e não teve culpa de nada. Devido aos meus afazeres, ainda não falei com ele, coisa que acontecerá por estes dias.
Já que o grande Almir Rouche fará performance no próximo jogo, entrarei em contato com o mesmo, pois Almir é músico, vive em estúdios e certamente poderá copiar todas as músicas de meu acervo e utilizá-las.
Gostaria neste momento de pedir aos rubro-negros que não joguem fora os três anos vitoriosos da Rádio Ilha, por conta de gente que vive esperando oportunidades para destruir a imagem das pessoas. Tenho a consciência limpa do dever cumprido: com profissionalismo, dedicação e principalmente amor ao Sport.
A Rádio Ilha é da Nação Rubro-Negra.
Puxando o Leão pelas ruas da cidade
Publicado por Júnior Viana | 02 setembro 2010 | Sport | 2 comentários

Vejo tantos “rubro-negros”, mergulhados na lama da vaidade e da arrogância, muitas vezes até prejudicarem o nosso Sport, achando ainda que são ‘Deuses’, e que suas atitudes são dignas de aplausos. Esses pobres mortais não conhecem a plena felicidade de amar a um clube e viver intensamente este amor.
Seu Carlos Jéferson tem 63 anos e reside no bairro da Mustardinha, zona oeste da cidade. Todos os dias ele sai com seu instrumento de trabalho, muito mais que isso: sua companheira inseparável.
Além de ajudar seu Carlos em seu ganha-pão (ele cata lixo pelas ruas para reciclagem) a carroça totalmente rubro-negra é motivo de alegria e às vezes brincadeiras. “Os ‘tricolô’ arreia ‘cum’ eu, ‘mai’ eu digo que tenho ‘trei’ título nacional e eles tem é nada”, afirma o humilde e grandioso Leonino.
O glorioso torcedor, que tem como ídolo o arqueiro Magrão, comparece a todos os jogos do Sport, na Ilha. “Do ‘poquim’ que eu ganho, ainda sobre um dim dim pra eu ir ‘pá’ Ilha visse?” Sobre a atual situação do time, Seu Carlos diz que está chateado mas acredita na volta do Leão à série A.
É isso. São pessoas como Seu Carlos Jéferson que nos ensinam o que é o verdadeiro amor de alguém por um clube de futebol.
Que lindo!
Obs. Sempre vejo o protagonista desta crônica na Avenida Maurício de Nassau (pararela da Caxangá) e gostaria de presenteá-lo com uma camisa oficial do Sport. Quem puder colaborar, entrar em contato comigo pelo email. A entrega do presente a Seu Carlos será devidamente registrada e publicada aqui no blog.
Cangaceiros da solidariedade
Publicado por Júnior Viana | 31 agosto 2010 | Sport | Escreva um comentário

No último sábado (28) a Torcida Jovem do Sport compareceu em peso ao Hemope, em mais uma doação de sangue da agremiação leonina.
Vários integrantes da Jovem cumpriram o papel da entidade, que além de fazer a festa nos jogos do Sport, também executa ações sociais. “Isso é responsabilidade social, faz parte dos objetivos da TJS”, disse Chiquinho, vice presidente da organizada.
Os funcionários do Hemope demonstravam satisfação pela atitude. “Doação de sangue é um ato de cidadania, a Torcida Jovem tá de parabéns”, afirmou Isaura Capiberibe, assistente social do Hemope.
Interessante que o ÚNICO profissional de imprensa presente ao evento foi este que vos fala. Agora se fosse uma confusão pós jogo…
Parabéns Cangaceiros da Ilha!
Comunicado à torcida do Sport
Publicado por Júnior Viana | 30 agosto 2010 | Sport | 19 comentários
Meus irmãos Leoninos:
É com imenso pesar com que venho comunicar à torcida rubro-negra que não faço mais parte da Rádio Ilha, estando automaticamente desvinculado do Sport Club do Recife. Tal atitude não foi fácil tomar e dói o coração nesse momento, por ter que quebrar uma corrente tão forte, tão vitoriosa, tão íntima com a grande nação rubro-negra. Mas, a vida segue…
A RÁDIO ILHA - Na verdade a semente da Rádio Ilha foi plantada no centro do gramado da Ilha do Retiro, naquele Sport x Cruzeiro em 2007, onde Homero Lacerda emitiu nosso grito de guerra, surgindo assim a idéia de uma Rádio de Arena que fizesse aquilo e muito mais em todos os jogos do Sport, na Ilha.
Com a visão futurista do então vice de marketing do Sport, Carlos Frederico, o qual me fez o convite para a criação de uma Rádio de Arena, de pronto aceitei encabeçar o projeto como locutor, tendo também o DJ Beto Holder como integrante e pessoa de suma importância no sucesso do empreendimento.
Com postura profissional e ao mesmo tempo incorporando o ritmo da galera, a Rádio Ilha logo caiu nas graças da torcida. Músicas, hinos do Sport e uma locução leonina, fizeram deste projeto um dos mais importantes da história do clube. A Rádio Ilha estava consolidada.
O APOGEU - Na Copa do Brasil 2008 a Rádio Ilha fez seu nome e assombrou o país, unificando o tradicional cazá, cazá, onde toda a Ilha do Retiro emite o grito de guerra do Sport, mandando pro time energia positiva e pro adversário um sentimento de caos. Vários times tremeram com o cazá, cazá da Ilha do Retiro, que o diga o Corinthians, na final da Copa do Brasil 2008.
Mas antes da final, um jogo ficou marcado: aquele Sport x Inter, onde após virarmos pro segundo tempo com placar adverso, mandamos palavras de força e garra pelas potentes caixas de som da Rádio Ilha, com os atletas ouvindo a tudo, abraçados no gramado. Deu certo, o Sport vencera o Inter, com a força da galera e a interatividade da Rádio Ilha com o time.
A GRANDE JOGADA - Veio a Libertadores da América e times como LDU e Colo Colo tremeram na Ilha. O poder do cazá, cazá assustou tanto que o Palmeiras, em jogo decisivo, trouxe embaixo do braço um documento da Conmebol, proibindo a Rádio Ilha de funcionar. Mas, como numa jogada de craque, driblamos a proibição e junto com a Rádio Transamérica emitimos nosso grito de guerra. A Ilha estava sintonizada em 100%. A Transamérica jamais imaginou ter toda uma Ilha ligada nos 92,7 FM. Uma rádio de arena dando audiência total a uma das maiores emissoras do Brasil.
A Rádio Ilha tornou-se assunto em todo país, vários programas esportivos em rede nacional mencionaram a importância e o ineditismo do projeto, exclusivo do Sport Club do Recife. Vários outros clubes tentaram copiar, sem sucesso. Nada no futebol poderia dar tão certo quanto o casamento entre a Rádio Ilha e a torcida rubro-negra. Além do cazá, cazá, outra apoteótica performance marcou as transmissões da emissora: a escalação do time. A cada atleta anunciado, a galera, puxada pela Torcida Jovem, grita o nome do jogador. Isso obviamente emociona o atleta, o enche de energia. Faz o sangue ferver!
O CAZÁ, CAZÁ – Nosso grito de guerra tornou-se o maior do planeta. Nenhum time que enfrenta o Sport fica tranqüilo quando nosso cazá, cazá é emitido em uníssono no estádio. A Rádio Ilha conseguiu transformar o tradicional grito numa arma letal para o emocional de qualquer visitante da ‘Ilha de Lost’. Além disso, a famosa cornetinha, junto com a puxada e toda galera gritando, saiu do estádio e foi para os toques de celular e até os joguinhos de Game Station. O cazá, cazá da Rádio Ilha tornou-se algo impressionante, avassalador, apaixonante e forte. Nenhum outro clube conseguiu tal feito. O nosso potente grito de guerra virou cartão postal quando o assunto é futebol: “Gritar o cazá, cazá na Ilha do Retiro está entre as 10 coisas que você tem que viver num estádio de futebol”. Disse um grande portal de internet de São Paulo.
O FIM DA LINHA - Quando da mudança de gestão no Sport, ficamos apreensivos com o futuro da Rádio Ilha, pois não tínhamos idéia de como seria a visão de Marketing a partir de então. Carlos Frederico, vice de marketing, deixou o clube. Eis que uma nova equipe assumiu o setor, que passou a contar com um novo vice-presidente. O trabalho, assim, ficou muito aquém do marketing eficiente e agressivo da gestão anterior e mostrou-se pouco capacitado para gerir a marca Sport, bem como dar continuidade às grandes obras implantadas por Carlos Frederico. Sem nenhum novo projeto que otimizasse a Rádio Ilha, ignorando totalmente o projeto e ainda interferindo de forma inadequada, o novo marketing do Sport nada acrescentou àquilo que já estava consolidado. Diante de ações promocionais visando apenas os ganhos de comissões por parte da agência e de determinações incoerentes por parte da citada vice-presidência, logo tive a visão que minha trajetória à frente da Rádio Ilha estava chegando ao fim. “Meteram o dedo e azedaram o pirão”.
Diante dos problemas citados, de um certo autoritarismo de alguns, da vaidade e da politicagem de outros – e muito mais: diante da não valorização do meu trabalho – deixo a Rádio Ilha. Lamento profundamente a tudo isso e sentirei saudades. Quero agradecer a todos pelo respaldo: a Milton Bivar, Carlos Frederico, DJ Beto Holder, aos técnicos da equipe de som e principalmente a você, rubro-negro. Agradeço também ao presidente Sílvio Guimarães por manter o projeto vivo, apesar da visível incapacidade daqueles que foram nomeados para gerir o nosso marketing. E por falar em Sílvio Guimarães, peço a todos que o ajudem, ele está lutando pra botar o Leão de volta à série A. Sílvio deve ser respeitado como um grande rubro-negro. Seu pai, Haroldo Praça, é um ícone na história do Sport.
Saio da Rádio Ilha, mas não saio do ar. Estaremos juntos diariamente no Programa do Leão, na Rádio Capibaribe. Na Ilha, continuarei a ir como sócio, como torcedor e também como profissional de imprensa, no cumprimento do dever jornalístico. E em dias de jogos, voltarei às arquibancadas. Vou matar a saudade do passado, quando via o Sport por fora: um Sport lindo, apaixonante e LIMPO.
Obrigado, rubro-negros, pelos tantos ‘cazá, cazá’, gritados em nossa Ilha do Retiro. Obrigado por essa grande oportunidade. A emoção de comandar essa gigante orquestra (a torcida rubro-negra) é impagável. Faz bater mais forte o coração…
Salve a Rádio Ilha e Pelo Sport Tudo!
Avenida, rodovia ou pista de fórmula 1?
Publicado por Júnior Viana | 28 agosto 2010 | Sport | 2 comentários

Nela passa tudo, tudo mesmo. Seja por cima, seja por baixo, de todo jeito. O que vier passa, sem barreiras, sem dificuldade.
Passa bicicleta, moto, carro, caminhão, ônibus, trator, carro de fórmula 1 e o ’scambau’! Passa carroça, charrete, avião de ré e até navio.
Iate, lancha, caiaque, barco, bote, jangada e até prancha de surf passa também. É uma festa! Passa tudo. Patins, skate e tudo que tiver roda passa a mil. É um show!
Ah, não se preocupe que não tem blitz não. Pode apertar o cinto e pé na tábua, pois até o ‘capitão’ parece que toma uma antes de trabalhar…
Ah, me esqueci que também passa trem e metrô. Submarino? Hum…acho que vai passar visse? Liguei pro DNER e me falaram que se não tomarem providências, em 2011 vai passar tudo e a passagem será bem baratinha: apenas um passe C…
“Clube que tem ‘coronéis’ no comando só tende a cair”
Publicado por Júnior Viana | 27 agosto 2010 | Sport | 3 comentários

Essa frase foi dita por um integrante do Santos F.C., sobre Sport e o regime ‘coronelista’ que é gerido, segundo o santista.
Vejam que história…
Conheço um cidadão que é formado em teologia e trabalha com crianças carentes, praticando o futebol e revelando craques por aí. Além de educar e evangelizar os meninos, ele trabalha garimpando garotos bons de bola, fazendo um trabalho educacional, nos campos e nas escolas.
Recentemente descobriu um garoto craque de bola na cidade de Goiana, aqui em nosso estado. Trabalhou o menino, oferecendo-o aos clubes daqui. Nenhum deles deu chance ao garoto.
Decorrente disso, o Santos descobriu o pequeno atleta, que tem 15 anos, pedindo pra levá-lo ao clube paulista. Logo o pequeno craque foi levado ao clube praiano. Lá chegando, todos procuraram saber do Sport, junto a este educador, amigo meu.
Após relatar a situação atual do Leão da Ilha, ouviu essa frase de um dos gestores do Santos: “Um time que chegou aonde o Sport chegou e depois cair vertiginosamente, é o que dá clubes que são geridos por ‘coronéis’. Vai cair ainda mais”.
O meu prezado amigo ficou até meio sem graça, pois as críticas à situação do Sport foram pesadas. Entre as pessoas, estavam lá na Vila: Edinho (filho de Pelé) e outros ex-jogadores, além de gestores do clube.
Ele ainda bateu um papo rápido com Durval, que afirmou que a diretoria do Santos ainda quer Magrão por lá.
Meu nobre amigo deixou o garoto lá no CT do Santos, acertou tudo entre o clube e os pais do menino e voltou pra Recife. “Júnior, a visão que os caras têm do Sport é de um time que chegou lá e não soube aproveitar o momento pela qualidade das pessoas que administram o clube, eles estão ligados em tudo”, disse-me com certa revolta.
Pois é, enquanto não resolvermos transformar o Sport em clube/empresa, ficaremos a bater continência para o futuro!
Virou moda ou virou zona?
Publicado por Júnior Viana | 26 agosto 2010 | Sport | Escreva um comentário
Primeiro foi Ciro que chutou o balde e ‘detonou’ a diretoria, após a goleada em cima do América, lá em Natal. Agora foi Leandrão, que dispensado do Sport, criticou o membro do colegiado, Gustavo Dubeux, inclusive afirmando que o cartola só sabe “construir prédios”.
Oras, o que é isso? Perderam o respeito pelos diretores do clube? Como pode um atleta que foi dispensado (e que o mesmo não mostrou serviço algum pra continuar no Sport) fazer tal declaração?
Será que virou moda, zona ou vão botar órdem na casa?
Rádio Ilha
Publicado por Júnior Viana | 25 agosto 2010 | Sport | 3 comentários
Repercute de alguma forma minha ausência na locução da Rádio Ilha, ontem (24/08, Terça), na partida entre Sport x Vila Nova, na Ilha do Retiro.
Após o Programa do Leão, na Capibaribe, liguei para o Vice de Comunicação do clube, José Alves, e informei que tinha atividade acadêmica na faculdade e não compareceria ao jogo, enviando o locutor Diogo Marques para fazer o trabalho no estádio.
Pra minha surpresa vejo hoje (25/08) matéria do Diário de Pernambuco, onde o conteúdo afirma que questões financeiras fizeram-me tomar atitude de ‘não’ comparecer ao trabalho. Tal afirmação não é verdade, já que o clube está rigorosamente em dia com os custos da Rádio Ilha. Mesmo sendo uma rádio de arena, a Rádio Ilha é uma emissora e cumpre com seu papel radiofônico, estando os profissionais envolvidos voltados para a missão de informar e animar a todos os rubro-negros que vão ao estádio.
O que na verdade acontece (coisa que o repórter do Diário de Pernambuco talvez não tenha entendido) são problemas de bastidores em relação ao marketing do clube, o qual (na minha opinião) não dá ao projeto Rádio Ilha a devida atenção que o mesmo requer. Assunto esse que será resolvido entre eu e o presidente Sílvio Guimarães.
Espero que tal assunto seja resolvido e que a torcida rubro-negra continue a ter a maior rádio de arena do futebol brasileiro em pleno ‘vapor’, empurrando o Sport pra cima e fazendo o adversário ‘tremer’.
Caso contrário, levarei pra sempre comigo que a Rádio Ilha foi uma das mais importantes criações do Sport, e que enquanto lá estive, fiz o trabalho. Como profissional e mais ainda como torcedor do Sport.
Mais uma vez na Ilha
Publicado por Júnior Viana | 25 agosto 2010 | Sport | 2 comentários

A foto acima representa o time do Vila Nova: não é nem defunto, já passou disso e só restam os ossos. Um time fraco, falido e muito mais que ‘morto’.
Lanterna da série B, saco de pancada do torneio, o Vila caminha a passos largos para a série C. Sua queda é dada como certa.
Mas, como sempre tem sido, um time nestas condições ao chegar na Ilha do Retiro passa pela grande transformação: a ressurreição.
Mais um defunto que vive na Ilha dos milagres!!!





