Arquivo para maio, 2010
Bom cartão de visita do ‘ômi’
Postado em maio 29, 2010, em Sport.

Até gostei das declarações de Toninho Cerezo após o jogo, em Salvador. O novo treinador do Leão mostrou que entende do ‘riscado’ ao apontar pontos negativos e positivos no time.
De cara, Cerezo percebeu que o time até cria situações de gol, mas não faz. E isso é doença crônica no Sport: perder gol. Também apontou aquilo que já sabemos e alguns (cegos) não querem admitir: Panelão! “Três correm pra sete, mas dois não correm pra oito”. afirmou o visionário Toninho Cerezo.
Tem gente no time, posando de craque que merece ir pro banco e/ou até pegar a reta. Não quer mais jogar no Sport, é o que parece. Outro, que já foi exemplo de eficiência, hoje é uma lástima, uma ‘pereba’. E assim caminha o Sport, na esperança de que o novo treinador conserte tudo, bote moral e arrume o time.
Toninho Cerezo também elogiou Dutra e principalmente o lateral Renato, este último ignorado e só agora reconhecido pelo seu bom trabalho e capacidade. Mas Renato não é o primeiro nem único a não ser reconhecido nesta Ilha do Retiro. É preciso alguém de fora, com visão ‘além bucho’ pra reconhecer e valorizar.
Bom, mesmo com mais uma derrota, o Sport apresentou um futebol melhor, com Germano mostrando muita qualidade, Renato jogando com personalidade e outros sem jogar nada, merecendo um belo castigo. Será a barca hein?
Seja bem vindo Cerezo e bote órdem nessa zona, digo, nesse time. Temos qualidade, você já viu né?
23 de Agosto de 2005

Esta data te lembra algo? Não? Então vamos lá: nesta data bendita, o Sport enfrentava o Bahia, pela série B do brasileirão, na Ilha.
O Leão tinha que vencer a qualquer custo este jogo, pois outro resultado o colocaria na série C. 30 minutos do segundo tempo, o Sport perdia o jogo por 2 a 0. Repito: Sport 0 x 2 Bahia, até os 30 do segundo tempo. Estávamos caminhando rápido pra terceirona. Perplexidade na Ilha do Retiro.
Foi aí que Éder, de canhota, acerta uma bomba de fora da área. Sport 1 x 2 Bahia. Esperança na ILha. Jadilson (que vestiu a camisa da torcida Gang da Ilha e torceu muito pelo Leão nas arquibancadas) entra e marca de cabeça: Sport 2 x 2 Bahia. Euforia na Ilha. Aí, ele (Jadilson), como quem pressente a vitória, chama o time pro ataque. Bola na área, Jadilson domina, gira e chuta. O goleiro dá rebote, o negão corre (como um Leão faminto) e de canhota fuzila: Sport 3 x 2 Bahia. Estávamos salvos, longe da série C, graças a Jadilson. A Ilha explodiu.
Boa sorte e Pra Cima Deles Leão!
Direto das Arábiasss…Ninja ou Zé Mané?

Das terras distantes, onde rola muita grana, petróleo, areia na cara e gente andando de camelo, vem o novo treinador do Sport, Toninho Cerezo.
Não era o treinador que a torcida queria, nem eu. Queríamos um comandante daqui, que saiba muito bem como tá o futebol brasileiro e mais ainda a segundona, um torneio difícil. E a recente experiência com Chamusca, que veio direto do Japão, nos deixa desconfiados.
Cerezo também tá fora do Brasil faz tempo. Será que vai se readaptar logo? Será que vai saber como mexer os ‘pauzinhos’ e remontar o time do Sport? Como irá impor seu ritmo de trabalho aqui? Nas terras de lá, futebol cheira a gasolina, trabalho e muita grana. Pras bandas de cá o negócio muda. E logo com uma torcida que reclama de tudo: do dia, da noite, do sol e da chuva. Basta chover mais um ‘tiquim’ pra São Pedro sofrer nas mãos dos loucos da Ilha.
Por enquanto, Cerezo é uma aposta. Não chega como ‘O Cara’, mas pode surpreender. Assim como fez no Vitória-BA, pode fazer no Sport.
Que venha banhado de sorte, competência e paciência com a torcida. E que bote-nos na série A. É só isso que queremos.
Boa sorte Seu Tonho! Você é um Ninja. Que assim seja.
Nunca uma derrota foi tão benéfica pro Sport
Geralmente boto fotos pra ilustrar minhas crônicas aqui. Mas, desta vez, não tem ‘ilustração’, pois a coisa é séria e o momento é de grande decisão. Então, vai no seco, na ferida.
Primeiro quero dizer que fiquei preocupadíssimo com o que disse o presidente Sílvio após o jogo: “Eles derrubaram Givanildo”. O mandatário leonino apenas (apenas!) afirmou que tem ‘panelinha’ no elenco. Sim, isso mesmo: PANELINHA. Isso é por demais preocupante e me lembra muito do caso Adilson Batista (hoje brilhando no Cruzeiro), que diante de um ‘panelão’ supostamente comandado por Cleisson, afundou o Sport na gestão de Severino Otávio. Eu era diretor de marketing daquela gestão e senti de perto a ’safadeza’.
Oras, se tem ‘almas sebosas’ no time, que se deletasse os ‘podres’ e que tudo fosse resolvido nos bastidores. Acho que generalizar e dizer que “eles” derrubaram Givanildo foi não legal. Isso até pode aumentar o problema, já que temos atletas sérios no time. O pior é saber que o clube paga certo, em dia e bem pago. Oferece toda estrutura e conforto. Então, o que falta mais? Comando? Gerência? Ou o problema é antipatia?
Bem, olhando com olhos de gavião, lá do auto, ou até mesmo como urubu, cevando a situação, vejo um Sport que tinha um vírus imcubado e que agora foi detonado. Explodiu e lascou. Acho que nesta hora, os grandes líderes leoninos devem ser chamados pra dentro do clube, numa corrente de união e trabalho. Que se deixe (pelo menos por enquanto) de lado a vaidade e o orgulho e que se tenha orgulho de ser rubro-negro e trabalhem. Tirem o Sport desta situação, pois a torcida já perdeu a paciência e o pior pode estar por vir.
Que se chamem os ‘grandes’ rubro-negros, que se arrume a casa e afaste-se os ‘amigos’. O presidente Sílvio Guimarães, nesta bendita hora, não precisa de amigos e sim de pessoas competentes e inteligentes, que possam somar e resolver. Chega de tapinhas nas costas e babação de ovo. O Sport é grande e não cabe num time grande gente que se aproxima do presidente pela simples intenção de estar perto do líder. São os famosos Aproveitadores de Plantão. Pessoas que não somam, não pensam, não resolvem. Apenas abanam a cabeça feito lagartixa e se acham os tais por estar ao lado do rei. Junte-se a profissionais, a pessoas que além de amar o Sport, tenha visão empresarial. Este é meu recado a você, presidente Sílvio. Aceite, é do fundo da alma.
Um ótimo recomeço é ‘varrer’ logo, feito lixo hospitalar, as mazelas do time. Contratar um treinador de ponta, nada de aventuras outra vez – tem que ser treinador de série A - que chegue ‘chegando’, bote órdem na casa e arrume esse time. Pois, pelos valores e pelos salários, somos um time de série A na segundona.
E que os rubro-negros (todos) ajudem nesta hora. O momento é complicado, mas não desesperador. Basta um pouco de humildade pra reconhecer que errou, calma e raciocínio. E que se agreguem forças, que se faça valer nosso lendário slogam: Pelo Sport Tudo!
E, qualquer coisa, tamos aí pra ajudar. E se for de maneira inteligente e profissioanal, melhor ainda. Inteligência, comando, capacidade de resolver e decidir, garra, vontade, PROFISSIONALISMO e uma pitada de amor ao Sport, resolve. E como!
Pelo Sport Tudo!
Quanto custa um apoio?

Quanto custa esquecer por algumas horas os problemas que rondam a Ilha do Retiro e lembrar que hoje tem jogo, precisando o Leão do seu apoio?
Quanto custa botar na cabeça de que cada jogo é importante e que mesmo se tratando de um time sem a grandeza do Sport, é preciso o seu apoio, a sua torcida, a sua presença?
Quanto custa ter humildade, saber que diante da história e da grandeza do Leão, somos um grão de areia num enorme deserto?
Quanto custa vestir a camisa, ir pra Ilha, de coração aberto e bater no peito dizendo: “sou Sport, sou guerreiro, sou atuante e faço minha parte. Mesmo sabendo que alguns não o fazem”. Quanto custa?
Qual o preço de uma coragem destemida, de encarar a situação de frente? De arregaçar as mangas e ir à luta. Sei medo da batalha?
Qual o valor de, diante de uma situação adversa, respirar fundo e gritar: “pooooooooooooooorra, vencemos, vencemos, vencemos!!! E eu eu acreditei. Desde o começo ruim”. Quanto é?
Qual a importância daquele torcedor, que no meio das mazelas dos ‘homens’, atropela tudo e luta como um gladiador, sem recuar, nem baixar a cabeça diante da primeira batalha perdida. Já que a guerra continua?
Quanto custa ser torcedor do Sport?
Ilha em chamas

O caldeirão esfriou dentro e queima agora do lado de fora, a Ilha pega fogo. Não muito longe da conquista do penta, a torcida novamente entra em rota de colisão com o time, o treinador e a diretoria.
Não faz pouco tempo que o torcedor leonino reclama (diariamente) do time, principalmente da diretoria, em especial do presidente Sílvio Guimarães. Isso chega a ficar repetitivo, só que agora a coisa ganha novas proporções: um grupo de torcedores até criou um site (www.renunciasilvio.com.br), que com criatividade e sem baixar o nível, convoca a torcida pela saída do mandatário rubro-negro.
Saindo dos ardentes bastidores da Ilha e indo pro campo, o time pregou em sua torcida uma peça muito feia: 4 a 1 pro ASA – peraí: quem??? ASA??? – pois é, ASA. A que ponto chegamos. Givanildo Oliveira, depois da humilhação em Arapiraca entregou o cargo, situação não aceita pelo presidente Sílvio.
Segundo informações de bastidores os atletas estão ‘fechados’ com Giva e pediram pra ele ficar. Só falta agora, na hora de um gol contra o ‘famoso’ Icasa, todos correrem pro banco e abraçar o treinador. “Me engana que eu gosto”.
Mas, apesar do clima quente, (em pleno inverno do Recife) acho que devemos pensar muito antes de tomar decisões. No Sport tem muita gente inteligente e competente, e saberão resolver essa chapa quente.
Esfria a cabeça pro caldeirão voltar a ferver. Será?
Jogo pra vencer e subir

Com todo respeito ao ASA, tradicional time alagoano, o Sport tem o dever de vencer este jogo. Nem o empate será aceitável dentro da nação rubro-negra.
O time de Givanildo (já na corda bamba) ainda não está pronto pra série B. Contratações estão sendo feitas – com grande destaque pro volante Germano – e ainda há carências em vários setores do time.
Mas, especialmente neste jogo de hoje, em Arapiraca, é preciso entrar no ritmo da série B, e incorporar o espírito. Não é mais campeonato pernambucano, é segundona!
Então é isso. Ou vai na tora, ou estamos ‘torados’.
Olho nesse cara

Ele é o volante Rodrigo Pontes, atleta contratado pelo Náutico recentemente. Até aí tudo bem, o problema é que este elemento, jogando pelo Santa Cruz, num clássico na Ilha do Retiro, onde uma briga entre atletas dos dois times travou-se, cuspiu o escudo do Sport, localizado atrás do gol do placar. Isso foi em 2002.
Este fato ficou marcado na mente dos que estavam na Ilha naquela partida. Em 30 anos que vou a jogos do Leão, na Ilha, foi a primeira vez que vi tamanho desrespeito a um clube e a uma torcida. Uma atitude de gente baixa, que não deveria mais vestir camisa de nenhum time de futebol. Coisa de gente que não sabe respeitar as instituições, suas simbologias e seus seguidores.
Uma atitude dessa órdem cabe apenas a torcedor e olhe lá! Mas, um atleta, num estádio de futebol, diante de milhares de espectadores, fazer isso? Como podemos adjetivar tal elemento? Como classificar a índole de uma espécie dessas?
É bom lembrar que este indivíduo vai voltar a pisar na Ilha e não podemos esquecer sua atitude baixa, de uma pessoa sem educação, que já deveria ser banida do futebol. Ele é um péssimo exemplo para o futebol, além de um desordeiro não punido por sua (suas) atitude. Que fiquem todos bem atentos a este meliante: ele CUSPIU o nosso escudo, o nosso símbolo, a nossa maior representatividade. E vai voltar a pôr seus pés sujos em nosso gramado.
De olho nele.
Histórias do Leão tá voltando

Depois de um tempo pra compra de novos equipamentos por parte da galera da produtora de vídeo, o quadro Histórias do Leão está voltando aqui no blog.
Depois de falar da conquista do Leão do Norte e do gol de Haroldo Praça, Histórias do Leão vai narrar como foi o cinquentenário do Sport, em 1955.
De desfile nas ruas do centro do Recife, a atleta conquistando o título, contra o Náutico, banhado de sangue, teve de tudo.
A filmagem será esta semana, embaixo do lendário sapotizeiro, na Ilha. Portanto aguarde, Histórias do Leão, trazendo tudo o que aconteceu no cinquentenário do Sport.
Já começou???

Depois de mais uma grande conquista, o penta estadual, bastou uma derrota e um empate na série B nacional pra armarem o palanque da política Sportana.
Primeiro foi Homero Lacerda que entrou no ar, em um programa esportivo de rádio, onde teceu críticas (de novo) ao presidente Sílvio Guimarães.
Depois foi Sílvio que na mesma resenha esportiva entrou no ar, exercendo direito de resposta. Sílvio rebateu fortemente às acusações de Homero.
Bom, vejamos: é hora pra isso? Não! É hora de muito trabalho e luta, pra botar o Sport de volta ao seu habitat natural no futebol brasileiro: a série A.
Como disse em meu comentário de hoje no Programa do Leão/Rádio Capibaribe: “Não sou Sílvio, nem sou Homero; Não sou Mílton, nem sou Wanderson. Sou Sport. E só”.
Então, acho que não é hora de armar palanques políticos no clube, já que a eleição será em dezembro ainda. Será que as ‘lideranças’ não podem se acalmar? Será que viveremos eternamente esse briga política dentro do clube, prejudicando a toda uma coletividade?
Senhores “cardeais” da Ilha, por favor, vamos nos unir, vamos trabalhar em prol do Sport. Do contrário, é melhor abolirmos o slogan Pelo Sport Tudo!
Em tempo: deixem os homens trabalharem, precisamos de resulados urgentes. Dá-nos licença, meus senhores!





